Semana da Psicologia - Tema abordado na Palestra da Professora Janete Noya - FMU
O que é observado, através da história, é que na Idade Média, o conceito de família era bem diferente do que vivemos hoje, os casamentos eram feitos através de acordos entre as famílias, segundo os interesses de classes sociais. Os filhos nascidos dessas uniões, eram crianças que cresciam entre adultos onde todos educavam e orientavam, não havia a diferenciação entre as fases do desenvolvimento, infância, adolescência e fase adulta. Pelas pinturas medievais, podemos observar crianças reportadas como adultos em miniatura, usando o mesmo tipo de roupa e perambulando entre as pessoas. Como muitos bebês morriam, foi-se vendo a necessidade de maior atenção e cuidados nos primeiros anos de vida, por isso, desde então designou-se à mulher a responsabilidade de criar e educar os filhos. Hoje em dia, a família contemporânea, em muito se transformou. Os casamentos acontecem por afetividade, com liberdade de escolhas. A mulher saiu para também atuar o universo profissional, sendo, muitas vezes, o "carro-chefe" das finanças domésticas. A relação pai/filho está mais próxima, não sendo apenas um legado da mãe ter intimidade maior com sua prole. Os pais (pais e mães) se colocam como cuidadores e mantenedores dos filhos por um tempo mais extenso, ao menos aqui, em nossa cultura, é comum filhos já adultos ainda em dependência da casa dos pais.
Com toda a transformação da sociedade, surgiram as novas patologias (estresse, depressão, compras compulsivas, aneroxia, bulimia, etc.), causadas principalmente pelo excesso de informações e necessidade de rapidez em cada tomada de decisão e luta em face à competividade.
Hoje, se as pessoas não buscarem um pólo de introspecção e relaxamento, realmente o “turbilhão” da modernidade se fará devastador na vida de cada um.
Anna Mesquita
Terapeuta Psicosensorial
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
COMO É QUE VOCÊ SE SENTE AMADO POR MIM?
Às vezes me distraio e deixo de perceber qual é a razão exata desses desconfortos que inundam a alma.....
Mas, de repente surge o insight: a compreensão escancara...
As pessoas perdem tempo demais com idiotices corriqueiras, com sentimentos tortos porque não querem abrir a mente e puxar, lá do fundo, o que realmente tem importância....
Sofrem essas escolhas! Penso: por quê?
Porque se afastam de quem amam?
Porque as pessoas não entendem que são amadas da forma que cada um tem de amar?
Talvez, ou muito provavelmente, não é a forma que elas gostariam de serem amadas, mas e se o outro não sabe amar de outra maneira? Cada um tem seu jeito próprio de amar e de demonstrar esse sentimento. Precisamos estar dispostos a observar e entender essas linguagens.
Uma vez fui questionada se eu sabia como “os meus” amados sentiam o meu amor por eles. Foi uma pergunta interessante porque na maioria das vezes pensamos caminho inverso, o amor que vem dos outros para nós e não no nosso para os outros....
Sem saber o que responder, questionei cada um. Tive respostas surpreendentes que muito me alegraram e que também me orientaram em como melhor expressar o meu imenso amor por essas pessoas.
Acredito ser mais simples avaliarmos a qualidade de amor que recebemos e que ofertamos.
A importância que temos na vida das pessoas e delas em nossa vida.
Pensarmos no conjunto de acontecimentos que somam a vivência, o conjunto de fatos que construíram os vínculos.
Aí sim, poderemos nos confortar ou nos lastimar....
Mas, lembre-se, sempre podemos remover tudo o que não é bom, fazer uma limpeza emocional, faxina nos sentimentos ruins, nas posturas que detectamos serem equivocadas, nos conceitos errôneos e saborear a leveza que fica todo esse espaço para ser preenchido com o que a vida tem de melhor: a doçura, o bom-humor, a compreensão, a delicadeza, o carinho, o acolhimento, a segurança, a paz.... são algumas sugestões.
FAÇA BOAS ESCOLHAS DE AMOR EM SUA VIDA.
Anna Mesquita
Terapeuta Psicosensorial
Alphagenia/Florais de Bach
Fitoterapia/Auriculoacupuntura
Reiki / Karuna Reiki
Mas, de repente surge o insight: a compreensão escancara...
As pessoas perdem tempo demais com idiotices corriqueiras, com sentimentos tortos porque não querem abrir a mente e puxar, lá do fundo, o que realmente tem importância....
Sofrem essas escolhas! Penso: por quê?
Porque se afastam de quem amam?
Porque as pessoas não entendem que são amadas da forma que cada um tem de amar?
Talvez, ou muito provavelmente, não é a forma que elas gostariam de serem amadas, mas e se o outro não sabe amar de outra maneira? Cada um tem seu jeito próprio de amar e de demonstrar esse sentimento. Precisamos estar dispostos a observar e entender essas linguagens.
Uma vez fui questionada se eu sabia como “os meus” amados sentiam o meu amor por eles. Foi uma pergunta interessante porque na maioria das vezes pensamos caminho inverso, o amor que vem dos outros para nós e não no nosso para os outros....
Sem saber o que responder, questionei cada um. Tive respostas surpreendentes que muito me alegraram e que também me orientaram em como melhor expressar o meu imenso amor por essas pessoas.
Acredito ser mais simples avaliarmos a qualidade de amor que recebemos e que ofertamos.
A importância que temos na vida das pessoas e delas em nossa vida.
Pensarmos no conjunto de acontecimentos que somam a vivência, o conjunto de fatos que construíram os vínculos.
Aí sim, poderemos nos confortar ou nos lastimar....
Mas, lembre-se, sempre podemos remover tudo o que não é bom, fazer uma limpeza emocional, faxina nos sentimentos ruins, nas posturas que detectamos serem equivocadas, nos conceitos errôneos e saborear a leveza que fica todo esse espaço para ser preenchido com o que a vida tem de melhor: a doçura, o bom-humor, a compreensão, a delicadeza, o carinho, o acolhimento, a segurança, a paz.... são algumas sugestões.
FAÇA BOAS ESCOLHAS DE AMOR EM SUA VIDA.
Anna Mesquita
Terapeuta Psicosensorial
Alphagenia/Florais de Bach
Fitoterapia/Auriculoacupuntura
Reiki / Karuna Reiki
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